Salão Central Eborense

  • Localização: Évora, Portugal
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Reabilitação, Arte, cultura e desporto
  • Arquitectura: Ateliermob
  • Cliente: Câmara Municipal de Évora
  • Âmbito: Fundações e estruturas, demolições e contenção de fachadas, redes de drenagem e abastecimento de águas
  • Área: 1200m2
  • Projecto: 2018
  • Construção: 2021
  • Fotografia: Manuel Botelho
  • Construtor: Teixeira, Pinto & Soares S.A.
  • Ver no Google Maps

Salão Central Eborense

  • Localização: Évora, Portugal
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Reabilitação, Arte, cultura e desporto
  • Arquitectura: Ateliermob
  • Cliente: Câmara Municipal de Évora
  • Âmbito: Fundações e estruturas, demolições e contenção de fachadas, redes de drenagem e abastecimento de águas
  • Área: 1200m2
  • Projecto: 2018
  • Construção: 2021
  • Fotografia: Manuel Botelho
  • Construtor: Teixeira, Pinto & Soares S.A.
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Localizado no centro histórico de Évora, o antigo cine-teatro Salão Central Eborense, cuja construção remonta ao início do séc. XX, e com uma longa história de intervenções, das quais a última foi da autoria de Francisco Keil do Amaral nos anos 40, encontrava-se encerrado desde 1988, para ser finalmente reconvertido num equipamento cultural multiusos. O edifício apresenta um corpo destacado, com uma fachada curvilínea que se desenvolve no ângulo do cruzamento de duas ruas, articulado com dois corpos de diferentes alturas, dispostos ao longo dessas ruas. As estruturas são mistas de alvenaria resistente com elementos de betão armado e estruturas madeira.

A intervenção alterou completamente a organização interior do edifício, transformando uma sala destinada fundamentalmente a cinema, numa sala polivalente que, embora com menor lotação, permite a realização de espectáculos diversificados. Pode dizer-se que a organização da sala de espectáculos foi invertida, estando o palco agora no lado oposto da sala, mantendo os foyers laterais e instalando os acessos, escadas e elevador, na zona em gaveto do edifício. Executou-se um novo piso enterrado, para instalar a sala de ensaios e zonas de arrumos, estendido a todo o edifício.

A cobertura foi integralmente nova, constituída por asnas metálicas que definem as duas águas do telhado central, suspendendo o tecto da sala a partir das linhas inferiores das asnas e das respectivas madres deste nível, permitindo instalar passadiços técnicos e condutas de climatização e ventilação no desvão, e também suspender um conjunto de varas associadas aos equipamentos cénicos. Na zona norte do edifício, em corpo destacado sobre a praça existente, manteve-se cobertura existente, substituindo apenas os elementos degradados. As coberturas da zona em gaveto do edifício e da faixa posterior ao palco são em terraço acessível e asseguradas por lajes maciças de betão armado. Para 0 reforço sísmico da construção, contou-se, não só com todos os elementos novos introduzidos, mas também com o contributo das paredes de alvenaria existentes reforçadas com uma lâmina de microbetão.

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