Ponte ferroviária de D. Ana sobre o rio Zambeze

  • Localização: Mutarara, Província da Zambézia, Moçambique
  • Solução: Obras de Arte, Geotecnia, Gestão de Activos
  • Tipo: Reabilitação, Ensaios, prospecção e estudos
  • Promotor: CFM Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique
  • Cliente: CFM Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique
  • Âmbito: Reabilitação de Pontes Ferroviárias, Avaliação de Segurança, Levantamento de Pormenor, Topográfico e Batimétrico, Inspecção Subaquática
  • Área: 14 708 m2 de tabuleiro
  • Projecto: 2015/2016
  • Construção: 2016
  • Dimensão: 3677m de extensão, 80m vão central máximo
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Ponte ferroviária de D. Ana sobre o rio Zambeze

  • Localização: Mutarara, Província da Zambézia, Moçambique
  • Solução: Obras de Arte, Geotecnia, Gestão de Activos
  • Tipo: Reabilitação, Ensaios, prospecção e estudos
  • Promotor: CFM Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique
  • Cliente: CFM Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique
  • Âmbito: Reabilitação de Pontes Ferroviárias, Avaliação de Segurança, Levantamento de Pormenor, Topográfico e Batimétrico, Inspecção Subaquática
  • Área: 14 708 m2 de tabuleiro
  • Projecto: 2015/2016
  • Construção: 2016
  • Dimensão: 3677m de extensão, 80m vão central máximo
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A ponte ferroviária de D. Ana sobre o rio Zambeze situa-se entre as localidades de Mutarara e Sena, no centro de Moçambique. É uma das maiores pontes ferroviárias construídas na África Austral e um elemento fundamental no Corredor de Desenvolvimento do Centro, no sector ferroviário.

A obra foi construída pela governo Português e inaugurada ao tráfego ferroviário em 1935 mas na década de 80 a circulação foi interrompida durante a guerra civil sofrendo sabotagem e ruína de alguns dos seus tramos.
Em 1995 foi reparada tendo sido alterado o seu âmbito para tráfego rodoviário.
Em 2006, até então sem manutenção, encontrava-se em pré-colapso e foi reabilitada repondo o seu uso ferroviário. No entanto, a par da modernização da linha de Sena, é necessário adequar a ponte às exigências continuamente crescentes de tonelagem para as cargas rolantes actuais, procurando-se um upgrade.

A travessia é composta por 3 corpos distintos: a ponte principal realizada com uma sucessão de 40 vãos do tipo bowstring (2992m) dos quais 33 com 80m e os outros 7 com 50m, o viaduto Sul no lado de Sena (563m) e o viaduto Norte no lado de Mutarara (122m) ambos constituídos por vigas metálicas de alma cheia seccionadas em módulos e diversas juntas de dilatação. As fundações dos pilares são do tipo pegões ou sapatas. A travessia contém um passadiço pedonal lateral no lado de montante (Oeste) com tráfego elevado, cerca de 3000 pessoas diariamente. Nesta secção, o leito menor de cheia do rio Zambeze tem 1400m de largura!

O projecto de reabilitação envolveu a inspecção de toda a estrutura, incluindo as zonas submersas com multi-feixe, a avaliação da segurança estrutural, a prospecção geotécnica e o projecto de reparação e de reforço estrutural.

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