Play Contract – Billund, Dinamarca

  • Localização: Dinamarca
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Urbanismo, ambiente e espaços públicos, Arte, cultura e desporto
  • Arquitectura: KWY.studio
  • Cliente: SUPERFLEX
  • Âmbito: Fundações e estruturas
  • Projecto: 2021
  • Fotografia: Torben Eskerod
  • Construtor: Dimpomar

Play Contract – Billund, Dinamarca

  • Localização: Dinamarca
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Urbanismo, ambiente e espaços públicos, Arte, cultura e desporto
  • Arquitectura: KWY.studio
  • Cliente: SUPERFLEX
  • Âmbito: Fundações e estruturas
  • Projecto: 2021
  • Fotografia: Torben Eskerod
  • Construtor: Dimpomar

Os parques infantis destinam-se a estimular a brincadeira, mas a maioria é concebida e construída com base nas noções que os adultos têm sobre as crianças e como devem comportar-se. Com o Play Contract, o equilíbrio de poder foi alterado e agora é a vez das crianças criarem um espaço lúdico para si e para os adultos. Que tipos de equipamentos lúdicos devem existir em tal playground? Que tipo de playground eles gostariam de ter quando crescessem?

Um grupo de 122 crianças em Billund, na Dinamarca, recebeu 100.000 peças LEGO cor-de-rosa, que usaram para desenhar modelos para parques infantis. Esses modelos foram então analisados por tamanho, layout e tipo de actividade física que incentivam. Essas informações foram sintetizadas em cinco projectos finais, que foram construídos em mármore rosa. O resultado é uma colagem de ideias aventureiras e formas extravagantes que foram transformadas em Play Contract. Aqui, os adultos podem escalar, gatinhar, pular e correr sem inibições. Ao mesmo tempo, a obra de arte também pode ser um local de repouso e conversa, um fórum para repensar e redefinir a ideia de jogo.

Com base nos pensamentos das crianças sobre a brincadeira foi elaborado um contrato e gravado nas esculturas. Funciona como um conjunto de regras universais sobre como brincar dentro da obra. Dentro do Play Contract, os adultos devem concordar em abraçar o seu sentido do absurdo e respeitar o sentido do tempo das crianças. Os relógios não têm poder: o tempo é flexível e os prazos não têm sentido. Os jogos duram o tempo que deveriam. Com curiosidade e criatividade, as crianças exploraram o que significa ser um adulto brincalhão e como um parque infantil pode ser concebido para convidar todos a brincar.

Este trabalho foi uma colaboração entre:
Conceito Artístico: SUPERFLEX com KWY.studio e 121 crianças de Billund
Engenharia: BETAR
Fabrico: Dimpomar;
Consultores: Revitiles
Paisagismo: Baldios
Instalação: Kaj Bech
Projeto de iluminação: As A Ceremony

Este texto foi extraído do original no site www.k-w-y.org

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