Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa – Edifício C6

  • Localização: Lisboa, Portugal
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Educação
  • Arquitectura: José Simões Neves & Francisco Freire
  • Cliente: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
  • Âmbito: Fundações e estruturas
  • Área: 26200m2
  • Projecto: 1997/1998
  • Construção: 2001
  • Fotografia: Leonardo Finotti, Thorsten Humpell e Ciencias ULisboa
  • Construtor: Teixeira Duarte
  • Ver no Google Maps

Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa – Edifício C6

  • Localização: Lisboa, Portugal
  • Solução: Edifícios
  • Tipo: Educação
  • Arquitectura: José Simões Neves & Francisco Freire
  • Cliente: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
  • Âmbito: Fundações e estruturas
  • Área: 26200m2
  • Projecto: 1997/1998
  • Construção: 2001
  • Fotografia: Leonardo Finotti, Thorsten Humpell e Ciencias ULisboa
  • Construtor: Teixeira Duarte
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O edifício C6 engloba 4 departamentos da FCUL, desenvolvendo-se em redor de duas praças com uma geometria de configuração rectangular: a praça central de maiores dimensões e, a outra, aberta ao exterior a poente. Forma um conjunto harmonioso de espaços públicos. Está subdividido em onze corpos estruturais, dado a ordem de grandeza das dimensões em planta e por diferenciações na volumetria. Com uma cave, destinada a estacionamento, e ocupando a quase totalidade da sua área de implantação, tem, no máximo, quatro pisos elevados, com cobertura em terraço.

As fachadas viradas para a praça central, com o piso da entrada vazado, são acentuadas pelo jogo existente entre as dimensões e a posição relativa da face exterior dos seus elementos constituintes – vigas e pilares – e os vãos constituídos por uma grelha com lâminas horizontais em betão armado que formam uma linha continua em toda a fachada. A galerias exteriores que rodeiam a praça, estabelecem a ligação entre átrios, auditórios e a cafetaria.

É constituído por estruturas em betão armado, do tipo porticado, com pilares e núcleos de paredes resistentes, definindo uma malha regular, ainda que as travessas desses pórticos sejam asseguradas por lajes fungiformes aligeiradas. A solução corrente dos pavimentos é formada por lajes fungiformes em betão armado, aligeiradas com blocos prefabricados de betão, com capitéis maciços embebidos na espessura. A laje da praça central, com maiores vãos, foi executada em socalcos para minimizar os enchimentos necessários para formar as pendentes do pavimento. As fundações são do tipo indirecto através de estacas.

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