Extensão do Oceanário de Lisboa

  • Localização: Lisboa, Portugal
  • Solução: Edifícios, Geotecnia
  • Tipo: Projectos geotécnicos, Arte, cultura e desporto
  • Promotor: Parque Expo e Oceanário de Lisboa
  • Arquitectura: Campos Costa Arquitectos
  • Âmbito: Fundações e estruturas, escavação e contenção periférica
  • Área: 3820m2
  • Projecto: 2009
  • Construção: 2011
  • Fotografia: Daniel Malhão, Radek Brunecky
  • Construtor: Teixeira Duarte, ACF – Arlindo Correia e Filhos
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Extensão do Oceanário de Lisboa

  • Localização: Lisboa, Portugal
  • Solução: Edifícios, Geotecnia
  • Tipo: Projectos geotécnicos, Arte, cultura e desporto
  • Promotor: Parque Expo e Oceanário de Lisboa
  • Arquitectura: Campos Costa Arquitectos
  • Âmbito: Fundações e estruturas, escavação e contenção periférica
  • Área: 3820m2
  • Projecto: 2009
  • Construção: 2011
  • Fotografia: Daniel Malhão, Radek Brunecky
  • Construtor: Teixeira Duarte, ACF – Arlindo Correia e Filhos
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A extensão ao Oceanário de Lisboa, designada por Edifício Mar, foi distinguida com uma menção honrosa do prémio Valmor 2011. Esta extensão constitui a nova entrada no Oceanário, e caracteriza-se por um volume levantado do chão, tecto de uma nova praça, revestido por uma pele de “escamas” cerâmicas. O novo edifício encosta-se à empena sul do actual edifício administrativo e restaurante, e apresenta dois pisos enterrados, um piso térreo, dois pisos elevados e cobertura. O Edifício Mar acolhe uma sala de exposições temporárias no piso 2, um auditório nos pisos enterrados e espaços de serviços para o público. Estabelece uma única ligação com o edifício do Oceanário, ao nivel do piso 1, concretizada através de uma passagem pedonal coberta em estruturas metálicas.

A estrutura resistente é em betão armado, ou betão armado pré-esforçado, e é constituída por lajes, maciças ou aligeiradas, apoiadas em vigas, paredes ou muros, ou directamente em pilares, com funcionamento fungiforme. Os pilares, todos interiores, e as paredes que formam parte das fachadas, ou que envolvem os núcleos de acesso vertical, suportam as lajes e definem vãos máximos da ordem dos 10.7m, nos pisos enterrados, e de 14.0m, nos pisos elevados. A escada principal em betão armado é um elemento arquitectónico que tem uma grande presença no espaço interior, permitindo o acesso entre pisos com diferentes alturas, ao longo de um espaço central de triplo pé-direito.

A presença de água, a cerca de três metros de profundidade, levou à construção de uma laje de fundo apoiada interiormente em estacas. A contenção periférica foi executada com paredes moldadas.

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