Ponte de Penacova sobre o rio Mondego

  • Localização: Penacova, Portugal
  • Solução: Obras de Arte
  • Tipo: Pontes rodoviárias
  • Promotor: Infraestruturas de Portugal (ex ESTRADAS DE PORTUGAL E.P.E.)
  • Cliente: Infraestruturas de Portugal (ex ESTRADAS DE PORTUGAL E.P.E.)
  • Âmbito: Projecto de Estruturas e Reabilitação, Estudos Geotécnicos, de Drenagem e de Protecção contra a Erosão
  • Área: 1 170 m2 de tabuleiro
  • Projecto: 2004
  • Construção: 2004/2005
  • Fotografia: TEIXEIRA DUARTE
  • Construtor: TEIXEIRA DUARTE
  • Dimensão: 146 m de extensão, 80m vão máximo
  • Ver no Google Maps

Ponte de Penacova sobre o rio Mondego

  • Localização: Penacova, Portugal
  • Solução: Obras de Arte
  • Tipo: Pontes rodoviárias
  • Promotor: Infraestruturas de Portugal (ex ESTRADAS DE PORTUGAL E.P.E.)
  • Cliente: Infraestruturas de Portugal (ex ESTRADAS DE PORTUGAL E.P.E.)
  • Âmbito: Projecto de Estruturas e Reabilitação, Estudos Geotécnicos, de Drenagem e de Protecção contra a Erosão
  • Área: 1 170 m2 de tabuleiro
  • Projecto: 2004
  • Construção: 2004/2005
  • Fotografia: TEIXEIRA DUARTE
  • Construtor: TEIXEIRA DUARTE
  • Dimensão: 146 m de extensão, 80m vão máximo
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A nova ponte de Penacova sobre o rio Mondego veio substituir a ponte existente que remontava ao início do séc.XX. A ponte original teria sido alargada em 1956 com tabuleiro de betão armado. Mas sofreu posteriormente a ruína de um dos apoios centrais pelo que foi reabilitada pela mestria do Eng. Edgar Cardoso, em 1979. O sistema de atirantamento exterior reduziu a travessia para 3 vãos com a suspensão do tramo central. Porém, em 2004, devido a fadiga e rotura de um pendural, que originou a deformação excessiva dos elementos metálicos, e devido à deterioração da estrutura metálica o Dono-de-Obra decidiu substituir a estrutura.

A nova ponte foi desenhada de modo a ser implantada no local exacto da ponte existente, aproveitando os elementos de suporte de alvenaria dos encontros e dos pilares dos vãos extremos bem como a inserção viária nas margens que não poderia ser alterada. Este condicionalismo geométrico provoca um desequilíbrio entre os três vãos da obra – 33.40m + 80.0m + 33.40m - pelo que foram colocadas carlingas de betão armado junto aos encontros para aumentar o peso sobre os apoios dos vãos de extremidade. A solução do tabuleiro consiste numa estrutura composta aço-betão realizada com duas vigas “I” de alma cheia e de inércia variável com tabuleiro superior. A laje é colaborante e acomoda 2 vias de circulação e passeios laterais e utilities.

O tabuleiro da ponte treliçada existente sobre o leito menor do rio foi descido e utilizado como cimbre temporário sobre o qual foram colocados os troços das longarinas. As soldaduras foram realizadas in situ. A plataforma viária foi construída com recurso a painéis de laje pré-fabricados com conexão betonada in situ.

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