Creche no Antigo Convento do Desagravo
- Localização: Lisboa, Portugal
- Solução: Edifícios
- Tipo: Reabilitação, Educação
- Arquitectura: Atelier do Chiado Arquitectos
- Cliente: Lisboa Ocidental, SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana, S.A.
- Âmbito: Fundações e estruturas, redes de drenagem e abastecimento de águas
- Área: Reabilitação: 1.206 m2 / Áreas Exteriores Cobertas: 50.7 m2
- Projecto: 2016-2017
- Construção: 2020-2022
- Fotografia: João Peleteiro e SRU
- Construtor: Teixeira_Pinto&Soares SA
- Ver no Google Maps
Creche no Antigo Convento do Desagravo
- Localização: Lisboa, Portugal
- Solução: Edifícios
- Tipo: Reabilitação, Educação
- Arquitectura: Atelier do Chiado Arquitectos
- Cliente: Lisboa Ocidental, SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana, S.A.
- Âmbito: Fundações e estruturas, redes de drenagem e abastecimento de águas
- Área: Reabilitação: 1.206 m2 / Áreas Exteriores Cobertas: 50.7 m2
- Projecto: 2016-2017
- Construção: 2020-2022
- Fotografia: João Peleteiro e SRU
- Construtor: Teixeira_Pinto&Soares SA
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A reabilitação da Ala Nascente do Antigo Convento do Desagravo do Santíssimo Sacramento, cuja construção remonta a 1783, venceu o Prémio SIL do Imobiliário na categoria de Reabilitação Urbana - Espaços Públicos. A intervenção visou a instalação de uma creche, com o propósito de finalizar o processo de reabilitação e requalificação do conjunto edificado, onde já funcionava a Escola Básica e o Jardim de Infância de Santa Clara. O corpo Nascente do Convento, objecto desta intervenção, foi alterado e acrescentado na campanha de obras realizada no Século XX, com uma solução estrutural constituída por pórticos em betão armado e lajes de vigotas.
Esta operação pautou-se pela adaptação das condições físicas e funcionais do edifício existente, incluindo a reorganização dos acessos verticais, com a execução de novos núcleos de escadas e um núcleo dos elevadores, e uma organização funcional em cinco zonas distintas: berçário; zona de recepção/ administrativa; zona de actividades; zona de serviços/ pessoal e zona exterior.
O fecho das aberturas nas lajes causadas pela demolição das escadas foi executado através da betonagem de lajes maciças seladas às vigas existentes. Procedeu-se à substituição integral da cobertura existente, constituída por estruturas de betão armado, dado que descarregava directamente na laje de vigotas do último piso através de um pórtico implantado no alinhamento da cumeeira. Optou-se pela construção de uma nova cobertura mais leve, em solução metálica, assegurada por pórticos transversais apoiados apenas nos alinhamentos exteriores do edifício com estruturas porticadas de betão armado, sendo os montantes e travessas inclinadas constituídos por perfis metálicos correntes, vencendo o vão transversal do edifício. Criou-se ainda uma zona de recreio coberta, ao nível do terraço a Poente.

